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MIMESE – FILOSOFIA DA ARTE

O Sinônimo da arte em Sócrates é a justiça (conceito intrínseco da idade média). Para Sócrates, a arte é transliterada na perfeição, o que para o homem é inalcançável. Sócrates define a arte como algo perfeito que só seria possível no mundo das ideias.

Diferente de Sócrates, Aristóteles traduz a arte na obra “À Poética”. Aristóteles justifica a arte pela contemplação especulativa imaginária. Aristóteles usa a Mimese como exemplo (conceito que constrói a imitação e a representação). Na Mimese, a imitação é contemplativa e a arte esta na persistência do homem em buscar algo inalcançável (utópico). Os olhos veem e projetam o futuro sobre a obra de arte, tornando-a transcendente. A beleza está no que é justo e a arte seria a supremacia da beleza. Logo, o que entendemos por arte nos dias atuais torna-se raso e superficial.

A beleza em sua totalidade é um deus invisível cujo trabalho é a felicidade plena pelo ato da contemplação. A “Suma Arte” é um Deus criado pelo homem, que não está no mundo paralelo e sim no consciente humano. Se perceber, tão somente o homem cria coisas para serem belas e adoradas.

Estudo Filosofia da Arte – Fagner Carvalho
[Arte] Luca Matticchio – pinterest.com

Bibliografia:
Arte no Pensamento de Aristóteles. In:Fernando Pessoa (Org.). Arte no Pensamento. 1ed. Vitória: Museu Vale do Rio Doce, 2006, p.72-88, 2006

TV PUC. Série Diálogos Impertinentes. PUC SP. 13/09/2018.

O Eterno Retorno do Mesmo

Na perspectiva cosmológica de Nietzsche, a situação que estamos vivendo agora já ocorreu infinitas vezes e voltará a ocorrer infinitas vezes mais. O mundo não tem um só estado, e sim infinitos estados. Tudo tende a se constituir por um número finito de forças, forças essas que geram diferentes combinações. O tempo é eterno, logo, não há como impedir que tais combinações (forças) não se repitam. Segundo Nietzsche, é impossível impedir que tudo não retorne ao mesmo.

QUEM SOMOS NÓS? | Friedrich Nietzsche por ScarlettMarton | #ACasadoSaber. ADAPTAÇÃO, Carvalho. FGNDESIGNER. 

Tudo e Todas as Coisas

“Eu nunca vou encontrar alguém como você. Alguém que olha para o oceano como se fosse seu. Alguém que pula de penhascos sem saber nadar. Alguém que acha que pode encontrar o sentido da vida num livro. Você não tem vícios, talvez deveria ter (risos). Eu estou tentando não amar você, mas estou fracassando. Este é o meu ultimo e-mail, pois voltarei para Nova York. Partiremos à noite enquanto o meu pai estiver bêbado. Finalmente, eu contei a todos sobre você, e todos te acham corajosa. Você me fez ter coragem também”.

— Texto adaptado do filme “Tudo e Todas as Coisas” – Cena em que Olly envia um email de despedida para Maddy.

O Livro “Tudo e Todas as Coisas” da Autorora Yoon, Nicola virou filme na Netflix. Direção: Stella Meghie. Indicações: NAACP Image Award de Melhor Atriz no Cinema. 

LINGUAGEM NA INTERNET – Doutor em Linguística Sandro Xavier – Podcast #09 | Filhos

Segue o meu bate papo com Sandro Chavier no @filhospodcast. Aliás, segue o meu podcast lá no Youtube galera – FILHOSPODCAST

Bate papo com Sandro Xavier. Sandro Xavier é mestre e doutor em linguística. Administrador do blog “Calendário Litúrgico Reformado”. Colunista do “Mandando a Letra”, no Jornal de Brasília. Titular do quadro “Desenrolando a Língua”, na Rádio Tupi/RJ.

UM PAÍS SEM ARTE

Aristóteles (filósofo grego – 348 a.C), nos ensinou o que é catarse. Quando assistirmos um show. Quando ouvimos uma música. Quando nos alegramos numa Igreja, num teatro. Quando rimos ou choramos. Quando sentimos medo ou pena. Quando podemos ver no outro o reflexo da própria vida. Bom, isso é catarse. Ou seja, uma limpeza provocada pela arte. Certa sensação de alívio e compreensão cuja fruição acontece de dentro para fora. Conceito relevante numa pandemia. Imprescindível para a manutenção da saúde psíquica. O mundo nunca desejou tanto uma catarse. Entretanto, o trauma universal abateu as nações. A devastação do vírus nos inundou de pesadelos políticos, mortes e fake news. O mundo está doente. E por onde anda a arte quando mais precisamos? Fato é que a arte esta dilacerada. Talvez, diferente de outras profissões, o enfrentamento da arte dentro desta crise generalizada será bem mais complicado. Mas, há uma necessidade da arte. A sociedade está realmente perdendo o necessário. Estamos perdendo nossa humanidade. Os artistas são os únicos capazes de construir uma catarse social em massa.

Texto inspirado in THE NEWS YORK TIMES “The Arts Are in Crisis. Here’s How Biden Can Help – The pandemic has decimated the livelihoods of those who work in the arts. How can the new administration intervene and make sure it doesn’t happen again? A critic offers an ambitious plan”. By: Jason Farago. Published Jan. 13, 2021. Reflexão e comentário – Fagner Carvalho/Fgn Designer.

Rosa e momo

O que dizer sobre o filme “Rosa e Momo”? Eu diria que é o encontro entre o sol e as estrelas. Entre a beleza e todas as paixões. Entre o “clássico novo” e o “moderno clássico”. Enfim, este é o encontro entre a esplendorosa Sophia Loren e o pequeno grande ator Ibrahima Gueye. Magnífico!

Sobre o filme Palmer

Bom, se Justin Timberlake é melhor ator que cantor eu não sei. Fato é que mais uma vez ele mostrou ser um ótimo ator no filme PALMER. Timberlake, ao lado do talentosíssimo Ryder Allen e da fantástica Alisha Wainwright, talvez tenha incorporado a personagem mais forte da sua carreira. PALMER é um filme forte, polêmico e desafiador.

@filhospodcst

Galera, está no ar o @filhospodcast na apresentação do fagner (eu) e Igor Guimarães. Este é um pedacinho do bate papo com o Professor André Wagner Rodrigues, dono do canal História em Perspectiva.

O podcast vai ao ar terça 20h no Facebook e quinta 18h no Youtube.
Link: www.facebook.com/filhospodcast

hoje é o Lançamento do Video Clipe “Dias e Horas” da Pri Bento

Estréia hoje às 18:30 o vídeo clipe “Dias e Horas” da Pri Bento lá no canal da Musa Produções, segue o link: https://youtu.be/oRqeXPNQPtE .

Olha, o clipe está lindo gente. Não fique de fora desse lançamento. Se inscreva, comenta e compartilha!

Conheça Pri Bento

Filha de cantora e pastor, Pri Bento cresceu numa família musical. Aos 11 anos de idade descobriu um violão embrulhado no sótão da sua casa e aprendeu a tocar e cantar. Logo, começou a compor as primeiras canções.

Suas apresentações começaram ao lado da irmã na Igreja. Com performances singulares e um talento inato, Pri Bento foi se destacando sendo convidada para cantar em vários lugares se tornando uma das cantoras mais promissoras do mercado.

Com lindas composições e uma voz inconfundível, Pri Bento dispensa apresentações. É cantora, compositora e musicista, uma artista completa que despertou o interesse da Musa Produções.

A MUSA tem o prazer de ter Pri Bento como uma das principais artistas do seu Cast.