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Paula Marchesini no @Filhospodcast

Ela só queria dizer: Todo mundo quer cuidar de mim, mas na verdade o que eu quero é filosofar…” Paula Marchesini é Doutora em filosofia e chegou a dar aulas em Harvard (EUA), mas o que poucos sabem é que ela também foi vocalista da Banda Brava (sucesso nos anos 2000) com a música “Todo Mundo Quer Cuidar De Mim”. Nesta quinta (08), a partir das 20h, Paula vai falar um pouco sobre as mudanças na carreira e toda sua experiência acadêmica. Paula Marchesini é a convidada do @filhopsocast na twitch.tv/filhospodcast 💥😉

SOFIA, A MENINA QUE GOSTA DE FILOSOFAR – Professor André Wagner | @filhospodcast

Bate papo com o Professor André Wagner Rodrigues dono do canal História em Perspectiva. O professor André é Historiador pela Unesp, Especialista em Filosofia pela PUC / SP, Mestre em Educação, Filosofia e Formação Humana pela UNINOVE. André vai falar sobre o seu novo #livro: “Sofia, a menina que gosta de filosofar”, uma linda homenagem a sua filha.

Cirurgia bariátrica: mitos e verdades

Hoje (17), às 20h, estaremos conversando com o médico cirurgião André Carron (especialista em cirurgia bariátrica) no canal @filhospodcast. Dr. André vai doar um pouco do tempo para tirar algumas dúvidas sobre cirurgias bariátricas, a popular redução de estômago, tratamento que vem causando boatos na internet. Participação da nossa queridíssima @psiadrianasantos. Participe! Envie suas perguntas pelo chat na hora da LIVE. Mas, atenção! Daremos prioridade para os seguidores e inscritos do canal.

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Sobre “A Primeira Arte” documentário do Brasil Paralelo – Opinião

A tentativa de marginalizar a música rítmica é patética. “Por ser desenvolvida no anseio popular, é facilmente adulterada”, é o que diz as entrelinhas do documentário, podendo causar danos ao cérebro humano (como se a música não pudesse ser alterada por inteira). Vale lembrar que a “música rítmica”, além de milenar, faz parte da história e do folclore dos povos indígenas e negros. A primeira manifestação musical humana registrada na pré-história, não foi a melodia e o ritmo. Dito isto, mesmo que subjetivamente, é o tanto quando infantil menosprezar uma característica musical por estar ligada a linguagem popular.

Alguns conceitos de Platão foram usados para justificar o “didatismo musical”, porém o seu melhor aluno, Aristóteles, tão importante quanto, não foi lembrado. Aristóteles impulsionou ideias subversivas a Platão. Para ele, a arte era despretensiosa, inútil. Enquanto para Platão, especificamente a música, era parte da educação. Nas devidas proporções os conceitos de Aristóteles teriam grande impacto no capitalismo hoje, já que o filosofo defendia a arte “por ela mesma” e não “para outros fins”. Talvez seria um argumento pertinente aos roteiristas do BP, uma vez que é possível notar a insistência da obra em provar que a música contemporânea é literalmente voltada para o lucro, o que também é estranho, pois o BP é capitalista e, como se não bastasse, apoiou o atual governo, este mesmo que aniquilou o Ministério da Cultura.

Também precisamos fazer alguns apontamentos pertinentes para elucidar a história de Pitágoras, já que o antigo sofista também foi citado no documentário. O BP ignorou as facetas ocultas e místicas dos pitagóricos, estes que tinham em Pitágoras um deus demiurgo. Há várias intepretações sobre a sua história, por exemplo, segundo Garbi (2006), todo o virtuosismo de Pitágoras, incluindo as questões musicais, foram absorvidos numa viagem misteriosa ao antigo Egito. Caso seja verdade, possivelmente temos em Pitágoras uma grande influência da cultura africana, o que não é confirmado. Porém, na época, sabe-se o quanto eram ricos artisticamente os egípcios e que muitos pensadores iam ter com eles nas escolas de mistérios.

Por fim, este é o Brasil Paralelo de sempre, um apanhado de retalhos históricos usados para defender uma ideologia. Isso prova o quando continua medíocre a visão conservadora desses meninos. Visão cujo ápice está enraizado em Olavo de Carvalho. Visão que coloca o conservadorismo brasileiro num déjà-vu irracional, onde as coisas velhas são melhores que as novas. É preciso entender que as músicas tocadas nas comunidades e favelas existem a partir de uma realidade, a questão é: como mudar esta realidade? Fato é que “cultura” não se aprende, se vive. A música se constrói de dentro para fora e não de fora para dentro. Concordamos que a qualidade da música brasileira precisa melhorar, mas nem toda a música precisa ser um livro de gramática. Precisamos de uma didática inclusiva, onde as questões sociais precisam estar presentes, em todos os sentidos, em todas as artes.

Fontes de Estudo:
As grandes ideias de todos os tempos “Filosofia 1.Kim, Douglas – DK Londres/Globo (São Paulo, 2016. p. 26)”.
Gilberto Geraldo Garbi (2006). A Rainha das Ciências. Editora Livraria da Fisica. p. 25.
ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Tradução: Pietro Nassetti. Coleção A obra prima de cada autor. São Paulo: Martin Claret, 2004.
SANTORO, Fernando. Arte no Pensamento de Aristóteles. Vitória: Museu Vale do Rio Doce, 2006, p 78.

Atentado em Santa Catarina nos faz refletir sobre a segurança em creches e escolas

O atentado na creche em SC (Santa Catarina) que resultou na morte de três crianças e duas jovens, nos faz refletir sobre a qualidade da segurança em nossas escolas e creches. Diferente desta fatalidade, mas não menos importante, os números de morte em creches e escolas são assustadores, principalmente envolvendo acidentes. Segundo o INMETRO, a cada ano, cerca de 4,5 mil crianças morrem e outras 122 mil são hospitalizadas. Isso nos mostra que, nestes locais, a atenção precisa ser redobrada em todos os sentidos.