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Tudo e Todas as Coisas

“Eu nunca vou encontrar alguém como você. Alguém que olha para o oceano como se fosse seu. Alguém que pula de penhascos sem saber nadar. Alguém que acha que pode encontrar o sentido da vida num livro. Você não tem vícios, talvez deveria ter (risos). Eu estou tentando não amar você, mas estou fracassando. Este é o meu ultimo e-mail, pois voltarei para Nova York. Partiremos à noite enquanto o meu pai estiver bêbado. Finalmente, eu contei a todos sobre você, e todos te acham corajosa. Você me fez ter coragem também”.

— Texto adaptado do filme “Tudo e Todas as Coisas” – Cena em que Olly envia um email de despedida para Maddy.

O Livro “Tudo e Todas as Coisas” da Autorora Yoon, Nicola virou filme na Netflix. Direção: Stella Meghie. Indicações: NAACP Image Award de Melhor Atriz no Cinema. 

LINGUAGEM NA INTERNET – Doutor em Linguística Sandro Xavier – Podcast #09 | Filhos

Segue o meu bate papo com Sandro Chavier no @filhospodcast. Aliás, segue o meu podcast lá no Youtube galera – FILHOSPODCAST

Bate papo com Sandro Xavier. Sandro Xavier é mestre e doutor em linguística. Administrador do blog “Calendário Litúrgico Reformado”. Colunista do “Mandando a Letra”, no Jornal de Brasília. Titular do quadro “Desenrolando a Língua”, na Rádio Tupi/RJ.

UM PAÍS SEM ARTE

Aristóteles (filósofo grego – 348 a.C), nos ensinou o que é catarse. Quando assistirmos um show. Quando ouvimos uma música. Quando nos alegramos numa Igreja, num teatro. Quando rimos ou choramos. Quando sentimos medo ou pena. Quando podemos ver no outro o reflexo da própria vida. Bom, isso é catarse. Ou seja, uma limpeza provocada pela arte. Certa sensação de alívio e compreensão cuja fruição acontece de dentro para fora. Conceito relevante numa pandemia. Imprescindível para a manutenção da saúde psíquica. O mundo nunca desejou tanto uma catarse. Entretanto, o trauma universal abateu as nações. A devastação do vírus nos inundou de pesadelos políticos, mortes e fake news. O mundo está doente. E por onde anda a arte quando mais precisamos? Fato é que a arte esta dilacerada. Talvez, diferente de outras profissões, o enfrentamento da arte dentro desta crise generalizada será bem mais complicado. Mas, há uma necessidade da arte. A sociedade está realmente perdendo o necessário. Estamos perdendo nossa humanidade. Os artistas são os únicos capazes de construir uma catarse social em massa.

Texto inspirado in THE NEWS YORK TIMES “The Arts Are in Crisis. Here’s How Biden Can Help – The pandemic has decimated the livelihoods of those who work in the arts. How can the new administration intervene and make sure it doesn’t happen again? A critic offers an ambitious plan”. By: Jason Farago. Published Jan. 13, 2021. Reflexão e comentário – Fagner Carvalho/Fgn Designer.

Rosa e momo

O que dizer sobre o filme “Rosa e Momo”? Eu diria que é o encontro entre o sol e as estrelas. Entre a beleza e todas as paixões. Entre o “clássico novo” e o “moderno clássico”. Enfim, este é o encontro entre a esplendorosa Sophia Loren e o pequeno grande ator Ibrahima Gueye. Magnífico!

Sobre o filme Palmer

Bom, se Justin Timberlake é melhor ator que cantor eu não sei. Fato é que mais uma vez ele mostrou ser um ótimo ator no filme PALMER. Timberlake, ao lado do talentosíssimo Ryder Allen e da fantástica Alisha Wainwright, talvez tenha incorporado a personagem mais forte da sua carreira. PALMER é um filme forte, polêmico e desafiador.

@filhospodcst

Galera, está no ar o @filhospodcast na apresentação do fagner (eu) e Igor Guimarães. Este é um pedacinho do bate papo com o Professor André Wagner Rodrigues, dono do canal História em Perspectiva.

O podcast vai ao ar terça 20h no Facebook e quinta 18h no Youtube.
Link: www.facebook.com/filhospodcast

hoje é o Lançamento do Video Clipe “Dias e Horas” da Pri Bento

Estréia hoje às 18:30 o vídeo clipe “Dias e Horas” da Pri Bento lá no canal da Musa Produções, segue o link: https://youtu.be/oRqeXPNQPtE .

Olha, o clipe está lindo gente. Não fique de fora desse lançamento. Se inscreva, comenta e compartilha!

Conheça Pri Bento

Filha de cantora e pastor, Pri Bento cresceu numa família musical. Aos 11 anos de idade descobriu um violão embrulhado no sótão da sua casa e aprendeu a tocar e cantar. Logo, começou a compor as primeiras canções.

Suas apresentações começaram ao lado da irmã na Igreja. Com performances singulares e um talento inato, Pri Bento foi se destacando sendo convidada para cantar em vários lugares se tornando uma das cantoras mais promissoras do mercado.

Com lindas composições e uma voz inconfundível, Pri Bento dispensa apresentações. É cantora, compositora e musicista, uma artista completa que despertou o interesse da Musa Produções.

A MUSA tem o prazer de ter Pri Bento como uma das principais artistas do seu Cast.

o “homossexualismo” de “famílias desajustadas”

O Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil e atual Ministra da Educação, Milton Ribeiro, em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, nesta quinta-feira (24), declarou que: “O adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo [termo abolido pelo Associação Americana de Psiquiatria desde 1973] vêm, algumas vezes, de famílias desajustadas”. Ora, ele esqueceu de lembrar que a maioria das “famílias desajustadas” estão dentro das Igrejas evangélicas/protestantes à procura de um ópio sustentando pelos próprios líderes.

Cuties, DÁ SÉRIE: “TOMEI CORAGEM PARA ASSISTIR”

Eu tomei coragem e assisti o tão polêmico Cuties (Netflix), filme acusado de sexualizar meninas de apenas onze anos de idade. Vale lembrar que foi a ministra Damares Alves (ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) quem pediu a suspensão do filme no Brasil.

O inicio já é bastante obscuro, pois a censura é de dezesseis anos. Ora! Como pode um filme ser protagonizado por crianças de onze anos e ter uma censura de dezesseis anos? Estranho. O filme franco-senegalês redeu o premio Sundance de 2020 de melhor direção para a novata Maïmouna Doucouré. O longa conta estória de uma menina de onze anos que sofre opressão religiosa, porém encontra liberdade na dança. De fato, as atrizes mirins são talentosíssimas e ganhariam destaque, se não fosse a erotização latente.

O roteiro também reflete uma infância roubada pelo calor midiático, o que não é mentira. Talvez isso responderia a ideia de mostrar crianças com tal comportamento, mas não justifica. Realmente, o filme expõe crianças de forma vergonhosa.

Enfim, é um filme que destaca crianças imitando comportamentos adultos. Se não fosse a polemica gerada em torno, seria somente mais uma obra a ser batida no catalogo Netflix. A meu ver, trata-se de um filme mediano. Em outras palavras, medíocre.