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Qual é a música mais difícil de tocar?

No piano, por exemplo, “Fantasia Triunfal Sobre o Hino Nacional Brasileiro” se não é a mais difícil, está entre as mais difíceis do mundo.
Segundo especialistas, a versão do hino nacional composta pelo americano Louis Moreau Gottschalk, apesar de ser uma homenagem étnica, nacionalista e romântica, apenas três pianistas brasileiros conseguem tocá-la com perfeição. E, de fato, Eudóxia de Barros é um deles.
Tal peça ganhou popularidade ao ser utilizada pela Rede Globo na transmissão do cortejo fúnebre de Tancredo Neves (1985). Sua introdução também foi bastante usada por Leonel Brizola. Editada no final do século XIX pela Casa Levy.
Encontrei na internet está bela e clássica interpretação da própria Eudóxia de Barros – Gottschalk, “Hino Nacional”.

O Eterno Retorno do Mesmo

Na perspectiva cosmológica de Nietzsche, a situação que estamos vivendo agora já ocorreu infinitas vezes e voltará a ocorrer infinitas vezes mais. O mundo não tem um só estado, e sim infinitos estados. Tudo tende a se constituir por um número finito de forças, forças essas que geram diferentes combinações. O tempo é eterno, logo, não há como impedir que tais combinações (forças) não se repitam. Segundo Nietzsche, é impossível impedir que tudo não retorne ao mesmo.

QUEM SOMOS NÓS? | Friedrich Nietzsche por ScarlettMarton | A Casa do Saber. ADAPTAÇÃO, Carvalho. FGNDESIGNER.

UM POUCO SOBRE RUDOLF BULTMANN

Rudolf Bultmann nasceu em 1889 na Alemanha e foi um dos pais da teologia dialética (a arte da Argumentação).

Com ideias sobre o valor da liberdade individual, Bultmann baseou-se no Querigma (proclamação que nos revela o Cristo da fé) e no Pietismo de sua mãe, fazendo oposições às negligências da Teologia ortodoxa.

O Pietismo teve grande influência nas ideias de Bultmann, pois influenciou o surgimento dos movimentos religiosos independentes, tais como: o pentecostalismo, o neopentecostalismo e o carismatismo. O Pietismo compôs o Luteranismo na reforma protestante em 1517, assim como o Calvinismo e o Puritanismo, enfatizando a piedade do indivíduo em uma rigorosa vida cristã.

Bultmann também lutou contra o nazismo, suas ideias teológicas baseavam-se na fé e não somente na historicidade dos fatos. Bultmann era acima de tudo um antiliberalista. A segunda fase dos seus estudos teológicos está bastante ligada à ética cristã.

Marcella|Netflix

Eu confesso que fiquei surpreso com a série britânica Marcella. Super envolvente. Trata-se da estória de uma investigadoras com sérios problemas psicológicos pelo fato de perder um filho e ser deixada pelo marido. Como se não bastasse, ela investiga um crime o qual ela mesmo pode ter cometido.

Na segundo temporada, Marcella continua com sérios problemas psicológicos, porém precisa investigar crimes de pedofilia. E, sinceramente? A série vai ficando pesadíssimas. É um suspense ala Michael Haneke (Funny Games). As cenas são perturbadoras, silenciosas – uma mistura de pouca iluminação e muito contraste.

Não cheguei ao final ainda, mas tem sido uma experiência agradável. Para quem gosta de mistério e suspense com mulheres empoderadas, eu recomendo!

Trem Das Onze (Cover) | Thiaggo Nascimento | Fgn Designer

Fala galera! Hoje o vídeo é diferente. Pois é, todo mundo sabe da minha paixão por designer, audiovisual e música. Semana passada gravei o músico e designer Thiaggo Nascimento (meu primo) improvisando uma bela versão de “Trem Das Onze”, clássico do samba paulista. Resolvi compartilhar.

Trata-se de uma gravação artística, o áudio ambiente é proposital. A ideia foi passar um som puro e não ilusório (sem plugins ou macetes) a fim de dar a sensação de estar realmente no local. Enfim, depois eu falarei mais sobre o projeto audiovisual Thiaggo e Fgn Designer. O Thiagginho toca muito! Segue o canal dele – https://youtu.be/iVc4UN5thg4

A música “Trem das Onze” foi composta em São Paulo pelo cantor, compositor, ator e humorista Adoniran Barbosa na década de 60 e faz referência ao bairro de Jaçanã, na zona norte da cidade. Música: Trem das Onze – Adoniran Barbosa Violão e Produção Musical/Design: Thiaggo Nascimento Edição e Filmagem: Fagner Carvalho (Fgn Designer)

Que atuação! Vocês viram o que eu vi?

Que atuação! Vocês viram o que eu vi? Se sim, vão saber do que eu estou falando (risos). Quero expressar minha surpresa com o filmaço polonês “Rede de Ódio” da Netflix. Em primeiro lugar, palmas para a perfeita atuação de Maciej Musiałowski. O filme basicamente conta estória de um jovem (Tomek) que plagiou o trabalho de conclusão de curso e foi expulso da faculdade de direito. Porém, ao decorrer da vida, Tomek desenvolve talentos virtuais obscuros tornando-se “hater” de uma perigosa agência de marketing político. A trama também gira em torno das polêmicas “fakes news”, assunto bastante pertinente no Brasil atualmente. O filme prende a atenção principalmente pela qualidade dos artistas. Não é uma super produção, porém renova a dobradinha entre o roteirista novato Mateusz Pacewiczmas e a direção do elogiadíssimo Jan Komasa (indicado ao Oscar de melhor filme internacional de 2020, Corpus Christ). O foco no olhar e toda expressão forte de dor, medo e ódio do protagonista, além do charme e o silêncio das cenas, são envolventes. Ouso dizer que, até o momento, pelas atuações e pela temática, é um dos melhores filmes do ano (digno de premiações). Trata-se de um suspense metódico de alta reflexão que vale toda a atenção. Um prato cheio para estudantes de marketing, gestão, comunicação e publicidade.

A HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA | ARTE NO BRASIL

O que quer dizer Arte rupestre? É uma palavra em latim que quer dizer “gravado ou traçado na rocha”. Então, como a palavra já diz, eram desenhos gravados na Rochas. Geralmente gravados no interior das cavernas e em outras superfícies rochosas.

Pormenores: Me perdoem algumas falhar nas pronúncias em Francês e Indígenas, pois tive dificuldade.

Fontes de Estudo: MONTAGNINI, Rosely Cardoso. Arte Brasileira. Londrina. Editora e Distribuidora Educacional S.A, 2014. PROENÇA, Graça .História da Arte.17. ed. São Paulo: Ática, 2008. GARCES, Lucília; OLIVEIRA, Jô. Explicando a Arte Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.