A MUSA quer conhecer o seu trabalho!

Atenção! Você que é cantor, musico ou compositor, A MUSA quer conhecer o seu trabalho. Para participar da seleção MUSA basta enviar o link do canal no youtube para o e-mail: contato@musaproducoes.com.br ou preencha o formulário de contato em nosso site www.musaproducoes.com.br. Não aceitaremos anexos. Os e-mails com anexos serão descartados. Venha fazer parte da MUSA PRODUÇÕES.

Redes sociais: Instagram: @musaprocucoesrj Facebook: Musa Produções Contatos pelo email: musaprocoesrj@gmail.com

Produção e direção musical: Rodrigo Oliveira & Fabio Santa Cruz Direção de arte: Fagner Carvalho/Fgn Designer

Silly Boy Tease | Musa Produções

Tease da música Silly Boy com participação especial de Ruan Marky. Aguarde o lançamento! Assista, Curta, Compartilhe e se Inscreva no canal.

Redes sociais: Instagram: @musaprocucoesrj

Facebook: Musa Produções

Contatos pelo email: musaprocoesrj@gmail.com

Produção e direção musical: Rodrigo Oliveira & Fabio Santa Cruz Direção de arte: Fagner Carvalho/Fgn Designer

Epicurismo | Epicuro | O Prazer e a Morte

O objetivo da vida é a felicidade. A infelicidade é causada pelo medo da morte. Logo, se superarmos o medo da morte seremos felizes. Fontes de Estudo Ética (Filosofia Moral) – Da natureza Máximas Capitais Ecritos Vaticanos. W. K. C. Guthrie, A History of Greek Philosophy, IV, 11 As grandes ideias de todos os tempos “Filosofia 1.Kim, Douglas – DK Londres/Globo. São Paulo. SPINELLI, Miguel. Questões Fundamentais da Filosofia Grega. São Paulo. Loyola, 2006 ARISTÓTELES. Arte poética. Tradução, comentários e índices analítico e onomástico de Eudoro de Souza. São Paulo: Nova Cultural 1991 (Os Pensadores vol 2). OLFF, Francis. Aristóteles e a política. São Paulo: Discurso Editorial, 1999.

O Abuso da Beleza – DANTO, ARTHUR C.

Não creio que seja um livro para iniciantes em filosofia da arte. O que me fez ler este livro foi a erudição em que Danto (autor) resume assuntos basilares sobre estética, crítica de arte e filosofia, embora eu não concorde com tudo o que ele diz. Danto apresenta a evolução do conceito da arte durante o último século e questiona seus limites.

Este livro me inspirou publicar o vídeo “Dadaísmo de Marcel Duchamp” que rendeu mais de 20.000 visualizações no youtube. São poucas, eu sei, mas, nada mal para um assunto (a meu ver) pouco popular.

Confira o vídeo: https://youtu.be/C1L79kmXq7w
Caso esteja no instagram, o link está na biografia.

Amar, verbo intransitivo – Mário de Andrade.

Logo de cara, chamou-me à atenção o título, já que não existe “Amar, verbo intransitivo”, pois quem ama, ama alguém.

O livro conta a estória de uma governanta contratada para cuidar de três crianças (duas meninas e um menino), porém ela vai exercer outra função: ensinar amor e sexo para o menino.

Trata-se de um livro polêmico. Na época era costume o pai contratar prostitutas para ter com os filhos homens.

Mario de Andrade usa o termo “idílio” que no sentido comum quer dizer “amor simples e puro” (tipo de amor platônico). Enfim, o livro aguça certa curiosidade, além de exibir a bela linguagem textual do autor.

A ética protestante e o espírito do capitalismo – Max Weber

O comportamento protestante (1864) levou a Max Weber produzir uma das obras mais questionadas do academicismo. Weber tentou encontrar uma explicação sociológica para o crescimento econômico voraz dos protestantes.

O espírito do capitalismo emergiu com os puritanos, pessoas simples que viam no trabalho um tipo de consagração divina. Enquanto os católicos e luteranos (não em sua maioria) faziam votos de pobreza e se distanciavam do trabalho braçal, estes se debruçavam por questões humanistas. Weber fez comparações contundentes entre os ensinamentos vocacionais protestantes e a educação católica medieval.

A revolução industrial, o iluminismo e alguns vestígios da reforma ajudaram a florescer tal comportamento tântrico. A prosperidade estava em qualquer trabalho licito, pois o ócio era o pecado.

Nesta obra, para compor suas ideias, Weber cita Benjamin Franklin (grande símbolo do capitalismo e do protestantismo) que costumava parafrasear Henry Ford com o jargão: “time is money”. Weber, subjetivamente, cita a filosofia de Franklin para justificar o total tempo de trabalho voltado ao divino. O que é refutável. Atualmente alguns calvinistas afirmam que Franklin era apenas um deísta e nada tinha a ver com o protestantismo puritano.

Weber transformou a doutrina da predestinação num fato social latente e qualitativo. Já que na época, para ser tido como um eleito era preciso trabalhar exaustivamente, o que transformava a prosperidade num símbolo de eleição; em outras palavras, algo que comprovava a salvação em Cristo.

Algumas idéias de Weber são questionáveis. Mas, convenhamos, num aspecto sociológico Weber tinha razão. Foi este tal “capitalismo tântrico” que fez com que muitos países ditos protestantes crescessem economicamente.

MÚSICA É MATEMÁTICA – O UNIVERSO EM PITÁGORAS

Vários estudos na matemática grega eram feitos para descobrir os enigmas do universo. Eram gastas energias acadêmicas intermináveis em busca de alguma prova. Mas foram de Pitágoras os primeiros argumentos a cogitar as leis universais com ajuda da música e da matemática.

Pitágoras descobriu a relação entre as notas musicais em certos intervalos matemáticos que podiam ser medidos num curto espaço de tempo. O mesmo declarou que as leis por traz desses cálculos seriam as mesmas que governavam os movimentos das estrelas e dos planetas.

Estudiosos medievais se agarraram nesta ideia e tentaram produzir um grupo de regras que resultou numa filosofia abrangente até os dias de hoje.

Os estudos pitagóricos sobre a música existem desde 1260. Os objetos científicos eram focados na física e na matemática.

As regras de Pitágoras inspiraram estudiosos a medir precisamente frações das notas musicais dentro de uma oitava. Eles descobriram que dois intervalos (a quarta e a quinta) produziam uma ressonância satisfatória, a mesma harmonia que a matemática de Pitágoras havia previsto.

Neste método, era usado o monocórdio (um dos primeiros instrumentos musicais). Os pitagóricos foram os únicos a fundamentar cientificamente a música começando a desenvolvê-la, o que tornou-os mais preocupados no assunto.

Há quem diga que ao passar frente uma oficina, Pitágoras percebeu que as batidas dos martelos produziam sons agradáveis aos ouvidos e se combinavam. Para pesquisar estes sons, Pitágoras teria esticado uma corda musical que produzia um determinado som que tornou como fundamental o tom. Pitágoras fez marcas na corda que a dividiam em doze secções iguais, este instrumento mais tarde seria chamado de monocórdio, o qual se assemelha a um violão, mas tem apenas uma corda.

Me perdoem, Infelizmente escrivi este texto há dez anos atrás e perdi a bibliográfia. Mas, por tudo que eu aprendi, são informações interessantes. Resolvi compartilhar.

Qual é a música mais difícil de tocar?

No piano, por exemplo, “Fantasia Triunfal Sobre o Hino Nacional Brasileiro” se não é a mais difícil, está entre as mais difíceis do mundo.
Segundo especialistas, a versão do hino nacional composta pelo americano Louis Moreau Gottschalk, apesar de ser uma homenagem étnica, nacionalista e romântica, apenas três pianistas brasileiros conseguem tocá-la com perfeição. E, de fato, Eudóxia de Barros é um deles.
Tal peça ganhou popularidade ao ser utilizada pela Rede Globo na transmissão do cortejo fúnebre de Tancredo Neves (1985). Sua introdução também foi bastante usada por Leonel Brizola. Editada no final do século XIX pela Casa Levy.
Encontrei na internet está bela e clássica interpretação da própria Eudóxia de Barros – Gottschalk, “Hino Nacional”.

O Eterno Retorno do Mesmo

Na perspectiva cosmológica de Nietzsche, a situação que estamos vivendo agora já ocorreu infinitas vezes e voltará a ocorrer infinitas vezes mais. O mundo não tem um só estado, e sim infinitos estados. Tudo tende a se constituir por um número finito de forças, forças essas que geram diferentes combinações. O tempo é eterno, logo, não há como impedir que tais combinações (forças) não se repitam. Segundo Nietzsche, é impossível impedir que tudo não retorne ao mesmo.

QUEM SOMOS NÓS? | Friedrich Nietzsche por ScarlettMarton | A Casa do Saber. ADAPTAÇÃO, Carvalho. FGNDESIGNER.